Enigma do Príncipe

Capítulo 4 – Horácio Slughorn

“[Slughorn] Parecia excepcionalmente descarado para um homem que acabara de ser descoberto fingindo-se de poltrona.”
EdP, cap. 4, pág. 54

“ – Ah, aí está, Alvo. Ausentou-se por um bom tempo. Ruim do estômago?
– Não, estava apenas lendo revistas trouxas. Adoro as receitas de tricô.”
EdP, cap. 4, pág. 61

“Muito bem, então – disse Dumbledore, abrindo a porta do barraco de vassouras e saindo. – Vejo luz na cozinha. Não vamos privar Molly, nem mais um instante, da oportunidade de lamentar como você está magro.”
EdP, cap. 4, pág. 66

Capítulo 5 – Fleuma Demais

“ – Arthur, é você?
– Sou – tornou a voz cansada do sr. Weasley. – Mas eu diria isto, querida, mesmo que fosse um Comensal da Morte. Faça a pergunta correta!
– Ah, francamente…
– Molly!
– Está bem, está bem… qual é a maior ambição de sua vida?
– Descobrir como aviões se sustentam no ar.
A sra. Weasley assentiu e girou a maçaneta, mas pelo visto o sr. Weasley estava segurando-a com firmeza pelo outro lado, porque a porta continuou fechada.
– Molly! Sou eu quem pergunta primeiro!
– Arthur, realmente, que tolice…
– Como é que você gosta que eu a chame quando estamos sozinhos?
Mesmo à luz fraca do candeeiro, deu para Harry ver que a sra. Weasley ficara muito vermelha; ele próprio sentiu um calor em torno das orelhas e do pescoço, e engoliu a sopa depressa, batendo com a colher na tigela o mais alto que pôde.
– Moliuóli – sussurrou a mortificada sra. Weasley pela fresta da porta.”
EdP, cap. 5, pág. 70 e 71

Capítulo 6 – A Fuga de Draco

“ – Quando estávamos no Beco Diagonal… – começou Harry, mas o sr. Weasley antecipou-se a ele com uma careta.
– Será que estou prestes a descobrir aonde você, Rony e Hermione foram enquanto pensávamos que estivessem na sala dos fundos da loja de Fred e Jorge?
– Como foi que o senhor…?
– Por favor, Harry. Você está falando com o homem que criou Fred e Jorge.”
EdP, cap. 6, pág. 107 e 108

Capítulo 8 – O Triunfo de Snape

“ – “Harry Potter sabe qeu pode confiar inteiramente em mim”, falei. “Prefiro morrer a trair sua confiança.”
– O que não me parece grande coisa, porque você já morreu – observou Rony.
– Mais uma vez, você demonstra ter a agudeza de um machado cego – retrucou Nick Quase Sem Cabeça em tom ofendido.”
EdP, cap. 8, pág. 131

Capítulo 9 – O Prí­ncipe Mestiço

“ – Você está lembrado que eu disse para praticar feitiços não-verbais, Potter?
– Sim – respondeu Harry, inflexivelmente
– Sim, senhor.
– Não é preciso me chamar de “senhor”, professor.”
EdP, cap. 9, pág. 143 e 144

“ – E o vapor subindo em espirais características – respondeu Hermione animada -, e dizem que tem um cheiro diferente para cada um de nós, de acordo com o que nos atrai, e eu estou sentindo cheiro de grama recém-cortada e pergaminho e…
Mas ela corou ligeiramente e não completou a frase.”
EdP, cap. 9, pág. 148

Capítulo 12 – Pratas e Opalas

“Apontando a varinha a esmo, Harry fez um curto gesto para o alto e disse mentalmente: Levicorpus!
– Aaaaaaaarre!
Houve um lampejo e o quarto se encheu de vozes: todos acordaram com o berro de Rony. Em pânico, Harry varejou longe o Estudos avançados no preparo de poções; seu amigo estava pendurado no ar de cabeça para baixo, como se tivesse sido guinado pelo tornozelo por um gancho invisível.
– Desculpe! – gritou Harry, enquanto Dino e Simas davam grandes gargalhadas, e Neville se levantava do chão pois caíra da cama. – Calma aí… vou fazer você descer…
Ele catou o livro de poções e folheou-o, em pânico, tentando encontrar a página certa; por fim, localizou-a e decifrou a palavra apertadinha sob o feitiço: rezando para que fosse o contrafeitiço, mentalizou: Liberacorpus!, com toda a concentração.
Houve um segundo lampejo e Rony despendou no colchão.
– Desculpe – repetiu Harry tolamente, enquanto Dino e Simas continuavam a dar gargalhadas.
– Amanhã – disse Rony com a voz abafada -, eu prefiro que você use o despertador.”
EdP, cap. 12, pág. 188 e 189

Capítulo 15 – O Voto Perpétuo

“ – Você ouviu falar que deve ir um vampiro?
– Rufo Scrimgeour?
– …quê? – exclamou Harry desconcertado. – Você quer dizer o ministro da Magia?
– É, ele é um vampiro – disse Luna banalmente. – Papai escreveu um artigo bem longo sobre isso quando Rufo Scrimgeour assumiu o cargo de Conélio Fudge, mas foi orbrigado por alguém do Ministério a não publicar. Obviamente não gostariam que a verdade fosse revelada!”
EdP, cap. 15, pág. 246

Capítulo 16 – Um Natal Muito Gelado

“ – Um Voto Perpétuo? – admirou-se Rony. – Nah… não pode ser… você tem certeza?
– Claro que tenho. Que quer dizer isso?
– Bem, a gente não pode quebrar um Voto Perpétuo…
– Até aí eu conclui sozinho, por estranho que pareça.”
EdP, cap. 16, pág. 255

“ – E, por falar em insuspeitadas habilidades em magia, Ronald – aproveitou Jorge -, que história é essa, que estamos sabendo pela Gina, entre você e uma jovem chamada… a não ser que a informação esteja errada, Lilá Brown?
Rony corou um pouco, mas não pareceu aborrecido quando voltou a dar atenção às couves.
– Cuide da sua vida.
– Que resposta malcriada – disse Fred. – Não sei aonde vai buscá-las. Não, o que eu queria saber era… como foi que aconteceu?
– Que é que você que dizer com isso?
– Ela teve um acidente ou coisa parecida?
– Quê?
– Bem, como foi que ela sofreu um dano cerebral tão extenso?”
EdP, cap. 16, pág. 256

“ – Não, acho que não podemos fazer isso – respondeu Fred sério. – É bom para a formação do caráter, aprender a limpar couves-de-bruxelas sem recorrer à magia, faz você entender como é difícil para os trouxas e bruxos abortados…”
EdP, cap. 16, pág. 257

“Fred, Jorge, Harry e Rony eram os únicos que sabiam que o anjo no alto da árvore era, na realidade, um gnomo de jardim que mordera o calcanhar de Fred quando ele arrancava cenouras para a ceia de Natal. Estupidificado, pintado de ouro, apertado em um minitutu, com asinhas coladas as costas, ele olhava de cara amarrada para todos, o anjo mais feio que Harry já vira, com uma cabeçorra pela como uma batata e pés cabeludos.”
EdP, cap. 16, pág. 258

“ – Mas você é normal! – exclamou Harry com veemência. – Só tem um… um problema…
Lupin caiu na gargalhada.
– Às vezes você me lembra muito o Tiago. Quando havia pessoas por perto, ele dizia que eu tinha um “probleminha peludo”. Muita gente pensava que eu tinha um coelhinho malcomportado.”
EdP, cap. 16, pág. 263

“Harry se aproximou para olhar e soltou uma grande gargalhada. Pendurada no cordão, em grandes letras de ouro, havia a frase “Meu Namorado”.
– Legal – comentou ele. – Estiloso. Decididamente, você tem de usar isso na frente de Fred e Jorge.
– Se você contar a eles – ameaçou Rony, fazendo o colar desaparecer embaixo do travesseiro -, eu… eu… eu vou…
– Gaguejar para mim? – respondeu Harry, rindo. – Ah, vai, você acha que eu faria isso?
– Mas como é que ela pôde pensar que eu ia gostar de uma coisa dessas? – perguntou Rony, parecendo muito chocado.
– Bem, procure se lembrar. Alguma vez você deixou escapar que gostaria de aparecer em público com as palavras “Meu Namorado” penduradas no pescoço?”
EdP, cap. 16, pág. 265

Capítulo 19 – Campana de Elfos

“”E lá vai Smith da Lufa-Lufa levando a goles”, ecoou uma voz sonhadora pelos terrenos de Hogwarts. “Da última vez, foi ele quem narrou o jogo, é claro, e Gina Weasley colidiu com o pódio, provavelmente de propósito: ou assim me pareceu. Smith foi muito grosseiro nos comentários sobre a Griifinória, imagino que esteja arrependido agora que tem de enfrentar a equipe da Casa… ah, olhem, ele perdeu a posse da goles, Gina robou-a dele, gosto dela, é muito boa…””
EdP, cap. 19, pág. 324

“”… mas agora aquele grandalhão da Lula-Lufa tirou a goles de Gina, não estou conseguindo lembrar o nome dele, é alguma coisa parecida com Bibble… não, Buggins…”
– É Cadwallader! – exclamou a professora McGonagall em voz alta ao lado de Luna.”
EdP, cap. 19, pág. 324

“”E Harry Potter agora está discutindo com o seu goleiro”, irradiou Luna calmamente, enquanto as torcidas da Lufa-Lufa e da Sonserina, entre os espectadores, aplaudiam e vaiavam. “Acho que isso não vai ajudá-lo a localizar o pomo, mas talvez seja um estratagema bem sacado…””
EdP, cap. 19, pág 325

“Gina e Demelza marcaram cada uma o seu gol, dando à torcida vermelho-e-ouro, lá embaixo, um motivo para se alegrar. Caldwallader tornou a golear, empatando o placar, mas Luna não pareceu notar; narrava como se não tivesse interessada em detalhes mundanos como o marcador, e todo o tempo tentava chamar a atenção da multidão para as nuvens de formas curiosas e a possibilidade de Zacarias Smith, que até o momento não conseguira manter a posse da goles por mais de um minuto, estar sofrendo de uma doença chamada “fiascurgia”.
“Setenta a quarenta para Lufa-Lufa”, anunciou a professora McGonagall ao megafone de Luna.
“Já?”, exclamou Luna distraída.”
EdP, cap. 19, pág 325

Capítulo 21 – A Sala Impenetrável

“ – Mas Potter parece ter muito a dizer sobre o assunto – falou Snape, apontando subitamente para o fundo da sala, seus olhos negros fixos em Harry. – Vamos perguntar a Potter como ele descreveria a diferenç entre um morto-vivo e um fantasma.
– Ah… bem… fantasmas são transparentes… – respondeu ele.
– Oh, muito bem – interroupeu-o Snape, encrespando desdenhosamente os lábios. Sim, é fácil verificar que não desperdiçamos quase seis anos de estudos de magia com você, Potter. Fantasmas são transparentes.
– Sim, fantasmas são transparentes, mas Inferi são corpos sem vida, certo? Então seriam sólidos…
– Uma criança de cinco anos poderia ter nos dito isso – zombou Snape. Um Inferius é um morto que foi reanimado por meio de um feitiço das Trevas. Não está vivo, é meramente usado como uma marionete para cumprir as ordens do bruxo. Um fantasma, como espero que a esta altura todos saibam, é uma impressão deixada por um morto na terra… e é claro, como diz Potter tão sabiamente, é transparente.
– Bem, o que Harry disse é muito útil para diferenciarmos os dois! – comentou Rony. – Quando nos defrontamos com uma aparição em um beco escuro, vamos olhar depressa para ver se é sólido, não é, não vamos perguntar: “Com licença, o senhor é uma impressão deixada por uma alma que partiu?””
EdP, cap. 21, pág. 361

“Mas pensei que ele gostava de mim – continuou a fantasma [Murta] queixosa. – Quem sabe se vocês dois saíssem, ele voltaria… temos muito em comum… com certeza ele sentiu isso…
E ela olhou esperançosa para a porta.
– Quando você diz que vocês tem muito em comum – perguntou Rony achando muita graça -, você que dizer que ele também frequenta o hospício?”
EdP, cap. 21, pág. 362

“ – Pensei que você morava naquele banheiro das meninas – disse Harry, que havia anos tomara o cuidado de dar bastante distância daquele lugar.
– Moro – respondeu Murta encolhendo os ombros, sentida -, mas isso não quer dizer que eu não possa visitar outros lugares. Eu vim uma vez e vi você tomando banho, se lembra?
– Como se fosse hoje.”
EdP, cap. 21, pág. 362

Capítulo 22 – Depois do Enterro

“ – Harry Potter – berrou Hagrid, babando um pouco do vinho no queixo, ao esvaziar sua décima quarta caneca.
– Com certeza – exclamou Slughorn com a voz meio pastosa -, Parry Otter, o Garoto Eleito Que… bem… alguma coisa assim – murmurou ele esvaziando sua caneca também.”
EdP, cap. 22, pág. 382

Capítulo 24 – Sectumsempra

“Este é o seu exemplar de Estudos avançados no preparo de poções, é, Potter?
– É – respondeu Harry, ainda respirando com esforço.
– Você tem certeza, não é Potter?
– Tenho – respondeu o garoto em um tom mais atrevido.
– Este é o exemplar de Estudos avançados no preparo de poções que você comprou na Floreios e Borrões?
– É – respondeu ele com firmeza.
– Então, por que tem o nome “Roonil Wazlib” ecrito na segunda capa?”
EdP, cap. 24, pág. 414

Capítulo 25 – A Vidente Entreouvida

“ – Eu achava que as pessoas teriam mais o que fofocar – comentou Gina, no chão da sala comunal, recostada nas pernas de Harry e lendo o Profeta Diário. – Três ataques de dementadores em uma semana, e só o que a Romilda Vane me pergunta é se é verdade que você tem um hipogrifo tatuado no peito.
Rony e Hermione cairam na gargalhada. Harry fingiu não ouvir.
– Que foi que você respondeu?
– Que era um rabo-córneo húngaro – informour Gina, virando lentamente a página do jornal. – Muito mais macho.
– Obrigado – disse Harry rindo. – E o que foi que você disse a ela que o Rony tem?
– Um Mini-Pufe, mas eu não disse onde.”
EdP, cap. 25, pág. 420

One Response to “Enigma do Príncipe”

  1. Jony disse:

    O vosso site é muito bom.
    Eu e a minha namorada adoramos o vosso trabalho.
    Continuem por muitos mais anos.

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